Educação e Ensino Religioso Escolar. Conversas com quem ensina ERE. Legislação. Ecumenismo. Inter-religiosidade. Teologias. Teologia Luterana. Atualidade.
domingo, 31 de outubro de 2010
Será que fiz a minha parte
Queremos responder à pergunta "Será que fiz a minha parte?" com a seguinte reflexão...
“Nosso Senhor, Jesus Cristo e Deus, nosso Pai, que nos amou e nos deu a eterna consolação e a boa esperança pela graça, animem os vossos corações e vos confirmem em tudo o que fazeis e dizeis em vista do bem.” 2 Tessalonissences 2. 16-17
O sol nasce fulgurante e majestoso
A mãe não tem comida para o seu filho faminto.
A lua aparece no céu, acompanhada de astros brilhantes.
O homem rebaixado aluga o corpo de uma moça pobre
que quer assegurar a vida de seus pais.
As flores coloridas exalam seu perfume e sua magia.
O rapaz desempregado desmaia de fome.
As minas estão cheias de minérios preciosos,
necessitados pela humanidade.
O ser humano, sempre que pode, ergue barreiras.
As ondas azuis do mar abraçam as praias douradas.
A jovem mulher fica sabendo que seu marido
foi ferido na explosão.
Os passarinhos chilreiam cantos doces junto a seus ninhos.
A família expulsa do seu lar não encontra teto para si.
As árvores fornecem sombra a pessoas e animais
no calor do meio dia.
Substâncias químicas são produzidas
que destroem a vegetação.
A cruz proclama a mensagem da reconciliação.
Exércitos se põe em marcha para matar seres humanos.
Johson Gnabaranaram, Senhor, renova-me, p. 73s.
Oração:
Ó Deus amado,
Tu fizeste a tua parte de forma tão maravilhosa.
Nós, porém, não fizemos a nossa parte.
Nós deixamos de pensar nos famintos.
Estamos cheios de cobiça.
Somos egoístas.
Somos cruéis.
Permitimos que sejam fabricadas armas que matarão a outros e a nós mesmos.
Elegemos políticos que nada fazem pela paz.
Tu, Senhor, criaste o mundo tão perfeito e belo.
Ó Pai amado, ensina-nos o que fazer.
Dá-nos força para fazer o que tu queres. Amém.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
A questão Aborto no Brasil
Confira em http://erenavitrine.blogspot.com/ o artigo de Maria Rita Kehl.
Junte algum power-point sobre a temática, como "A carta de um bebê para sua mãe". Havia vários circulando em 2007, quando o Congresso Nacional tirou das gavetas o anti-projeto sobre a legalização do Aborto no Brasil.
Recomendado especialmente para o Nível Médio, o assunto precisa ser apontado como temática de Saúde Pública. Filme: "O Aborto dos Outros", Carla Gallo, 2008.
Também no You Tube há vários materiais, dentre eles: http://www.youtube.com/results?search_type=&search_query=aborted+youth&aq=f
Depois, poderemos questionar ainda:
Junte algum power-point sobre a temática, como "A carta de um bebê para sua mãe". Havia vários circulando em 2007, quando o Congresso Nacional tirou das gavetas o anti-projeto sobre a legalização do Aborto no Brasil.
Recomendado especialmente para o Nível Médio, o assunto precisa ser apontado como temática de Saúde Pública. Filme: "O Aborto dos Outros", Carla Gallo, 2008.
Também no You Tube há vários materiais, dentre eles: http://www.youtube.com/results?search_type=&search_query=aborted+youth&aq=f
Depois, poderemos questionar ainda:
Aborto: Será que abortar se define em apenas um questionamento sobre o que é certo ou errado?
Que valores estão envolvidos entre a vida e a morte?
O que é permitido?
Questionar é algo mais complexo: é buscar informações, pensar, discutir, posicionar-se sobre o assunto. Nesse contexto, como a escola, os professores, os alunos, os funcionários, a comunidade vêem a questão do Aborto?
O que leva ao Aborto? ( ) medo
( ) violência sexual
( ) falta de conhecimento
( ) marginalidade
( ) estética
( ) superficialidade
Para o 9º ano:
Salmo 91. 1-16
Marcos 12. 28-31: Amar a Deus sobre todas as coisas, amar o próximo como a si mesmo. Injustiças diante da vida
Classificação de Pedro Finkler.
1. Delitos que interrompem a vida;
2. Opressão da vida;
3. Aviltamento que amargura a vida;
Aborto: interrupção violenta da gravidez antes que o feto seja viável, antes que possa sobreviver fora do útero.
Infanticídio: é a morte causada voluntariamente a criança nascitura ao se iniciarem as dores do parto, ou recém-nascida até oito dias de vida.
É crime.
Homicídio: é a morte violenta de uma pessoa provocada por outra pessoa, por cauda injusta e ilegal. Ninguém pode decidir quando a outra pessoa vai morrer, isto é decisão que não cabe a nós.
Não matarás.
Suicídio: é a ação pela qual a pessoa atenta contra a própria vida. Todos os povos sempre consideraram a vida um valor sagrado. Por isso é ilícito o suicídio.
Eutanásia: é o assassínio premeditado e cometido por piedade, às vezes a pedido da própria vítima.
Aviltamento: Ignorância, Prostituição, Excessos que deterioram a qualidade de vida pela alimentação, alcoolismo, fumo, consumo de drogas,.
Difamação.
A opressão da vida se faz por violência, terrorismo, guerra e tortura.
A vida se encontra no caminho da justiça; o caminho da injustiça conduz para a morte. Provérbios 12. 28
Tarefa: O que se entende por cada um dos itens da Opressão da vida e o que se entende por Aviltamento e seus itens?
Lembre-se de citar a referência ao utilizar este material. Direitos reservados e limitados ao uso didático.
domingo, 10 de outubro de 2010
As crianças aprendem o que vivem
Se uma criança vive criticada, aprende a condenar.
Se uma criança vive hostilidade, aprende a brigar.
Se uma criança vive envergonhada, aprende a sentir-se culpada.
Se uma criança vive com estímulo, aprende a confiar.
Se uma criança vive apreciada, aprende a apreciar.
Se uma criança vive com igualdade, aprende a ser justa.
Se uma criança vive com segurança, aprende a ter fé.
Se uma criança vive com aprovação, aprende a querer-se.
Se uma criança vive com amizade, aprende a amar a humanidade.
Fonte: UNICEF
Se uma criança vive hostilidade, aprende a brigar.
Se uma criança vive envergonhada, aprende a sentir-se culpada.
Se uma criança vive com estímulo, aprende a confiar.
Se uma criança vive apreciada, aprende a apreciar.
Se uma criança vive com igualdade, aprende a ser justa.
Se uma criança vive com segurança, aprende a ter fé.
Se uma criança vive com aprovação, aprende a querer-se.
Se uma criança vive com amizade, aprende a amar a humanidade.
Fonte: UNICEF
sábado, 9 de outubro de 2010
Direito ao Conhecimento Religioso e à religiosidade
Li um texto muito interessante sob o título "Deus mora no céu ou nos outros planetas?", disponível em:
http://portal.rpc.com.br:80/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=774048
Por isso convido você a fazermos juntos algumas reflexões, sob forma de questionamentos, considerando que este blog é direcionado a professores, pais e alunos.
1. O que anda precário não é apenas o funcionamento de serviços públicos... As obrigações familiares também estão sendo negligenciadas.
2. Várias Organizações não governamentais mantém projetos sociais, que atendem crianças e adolescentes, procurando suprir as necessidades e os direitos infanto-juvenis. Supõe-se que o direito à espiritualidade, ítem constante na legislação em vigor, leia-se Estatuto da Criança e do Adolescente, não está sendo respeitado ou oferecido. A criança tem o direito de saber qual é a filosofia existencial de seu munitor, de seu professor, de seu pai e de sua mãe. Trata-se do exemplo ou do testemunho, que devem ser alicerçados pelos princípios do Respeito.
3. É preciso garantir, pelos meios legais, especialmente na Escola Pública, princípios norteadores que orientem as reflexões infanto-juvenis nas diversas fases etárias. Há que se cuidar com as manifestações de fundamentalismos, porque o princípio da Tolerância rege esse meio.
4. Acrescento algumas interrogações, na perspectiva da tradição religiosa: Estaria correto supor que nos moldes das sociedades atuais não há cultivo de tradições religiosas? Esta localização é apenas aqui no Brasil, dada a miscigenação religiosa? Poderíamos afirmar que "As 'ilhas' fazem o movimento contrário à universalização ou globalização.", contribuindo para interpretações diferenciadas e não globais de fenômenos sociais ou antropológicos?
Lembre-se: ao citar este artigo, mantenha os direitos autorais, resguardando a fonte do texto "Deus mora no céu ou em outros planetas?"
http://portal.rpc.com.br:80/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=774048
Por isso convido você a fazermos juntos algumas reflexões, sob forma de questionamentos, considerando que este blog é direcionado a professores, pais e alunos.
1. O que anda precário não é apenas o funcionamento de serviços públicos... As obrigações familiares também estão sendo negligenciadas.
2. Várias Organizações não governamentais mantém projetos sociais, que atendem crianças e adolescentes, procurando suprir as necessidades e os direitos infanto-juvenis. Supõe-se que o direito à espiritualidade, ítem constante na legislação em vigor, leia-se Estatuto da Criança e do Adolescente, não está sendo respeitado ou oferecido. A criança tem o direito de saber qual é a filosofia existencial de seu munitor, de seu professor, de seu pai e de sua mãe. Trata-se do exemplo ou do testemunho, que devem ser alicerçados pelos princípios do Respeito.
3. É preciso garantir, pelos meios legais, especialmente na Escola Pública, princípios norteadores que orientem as reflexões infanto-juvenis nas diversas fases etárias. Há que se cuidar com as manifestações de fundamentalismos, porque o princípio da Tolerância rege esse meio.
4. Acrescento algumas interrogações, na perspectiva da tradição religiosa: Estaria correto supor que nos moldes das sociedades atuais não há cultivo de tradições religiosas? Esta localização é apenas aqui no Brasil, dada a miscigenação religiosa? Poderíamos afirmar que "As 'ilhas' fazem o movimento contrário à universalização ou globalização.", contribuindo para interpretações diferenciadas e não globais de fenômenos sociais ou antropológicos?
Lembre-se: ao citar este artigo, mantenha os direitos autorais, resguardando a fonte do texto "Deus mora no céu ou em outros planetas?"
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